Por Mônica Gominho

 

Entre o doce e a privação

 

Quando a decisão de emagrecer ou permanecer no peso se torna latente na sua vida, existe no mínimo sempre a dúvida entre duas opções. É o chamado TUDO ou NADA; 8 ou 80; se joga e depois compensa; esquece o que é comida ou come e depois se desespera; para de comer o que gosta por um tempo e depois come três vezes mais; dentre outros lemas.

Depois de idas e vindas vivenciando esses extremos, o abalo na saúde é notório e a falta de segurança do autocontrole já se torna parte integrante no momento das escolhas. Nesse cenário o equilíbrio é de fundamental importância. O que não é algo fácil, e é claro que temos consciência disso, mas também é algo que só depende da nossa força de vontade. A alimentação, assim como outros campos da vida são temas que merecem uma atenção e um esforço maior na busca da definição de um limite entre comer o que se gosta dentro das porções ideais.

É bem capaz que pelo menos em um dia, alguém já tenha escutado a famosa dica: a melhor opção é a reeducação alimentar. Nome bonito, meio complexo, de origem nutricional, temas de várias reportagens do enorme acervo de revistas. Se se educar já é algo difícil, imagina se reeducar. Mas não é pensando assim que a gente chegará a algum local nesse texto aqui.

Na verdade, em uma opinião bem pessoal, ser educada é já está programada a agir daquela forma dia a dia. E reeducar-se é treinar essa educação dia a dia, fazendo valer o chamado peso na consciência e o que eu vou ganhar logo mais após o descontrole de tanta comida. Pode parecer meio teoria marxista do impossível, mas ter em mente um futuro próximo é sempre a melhor solução. Enquanto comer aquele doce te dá à sensação do melhor momento do mundo, lembre-se, que em segundos ele já não te dará mais. E seu belo corpicho e saúde são conquistas que podem te dar muitas outras belas conquistas naquele futuro próximo ai de cima dito por mim.

Quem deixa de comer para sempre doce, precisa mesmo estar inserida em algum conto de fada, porque tenho certeza que até a branca de neve iria um dia comer aquela maça sem graça melada em algum melado doce desses que a gente ver por aí.

Comer o que é gostoso é bom demais mesmo, mas então, se programe para isso e afaste de você (na casa, bolsa, dentre outros) opções que te tornem mal educado com a comida.=)))) Deixem mesmo as guloseimas para o final de semana, lembrando em escolher no sábado uma opção pequena e no domingo que é o dia mais sofrido, uma opção maior…Gostaram do maior não é? Mas não se esqueçam do numeral 1 por extenso bem antes do superlativo maior….

 

Bjãoooo no cora

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Sobre Mônica Gominho

Sou Mônica Gominho, muito prazer! Jornalista graduada, apaixonada por saúde e tudo que ofereça bem- estar ao corpo e a mente. Hoje, cultivo novos hábitos sem paranóias e sem fugir da comida e das críticas da família e de amigos. Com boas escolhas alimentares, leitura e a prática de exercícios físicos, a amizade com a balança não é mais uma guerra, é apenas consequência das minhas novas escolhas por uma qualidade de vida presente e futura. Alimento o pensamento de que a colheita de amanhã é um reflexo do que somos e escolhemos hoje. Ter saúde, em algumas situações, também pode ser opcional, basta que você cuide de você mesmo!

Muito bom contar com a sua interação saudável ;)

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