Por Mônica Gominho

Olá companheiros de leitura por uma vida mais saudável

Quando a gente pensa em emagrecer é assim, tudo fica muito sério e você faz disso algo muito metódico, chato de falar e de fazer, além de ficar abalado com qualquer piada, comentário, ou discórdia daquelas pessoas que você conhece que não apoiam a sua decisão e também das pessoas que comentam na internet que acha o tema emagrecer ou educar sua fome, uma perda de tempo. Tem ainda aquele  “companheiro” de vida mais próximo, com o seguinte elenco:

família- principalmente avós e mães que cultivam a plataforma ser gordinho é ser saudável- além dos amigos e pessoas mais chegadas que também acham que você não está vivendo porque quer emagrecer, e deixou de comer e blá bló blú

E para completar há sempre aquela pessoa cult que dissemina que emagrecer é concordar com o estereótipo de magro implantado pela sociedade capitalista, ou simplesmente, porque diz que no final das contas você vai morrer mesmo.

E ai, quem está com a razão? Você com a sua vontade de ter hábitos saudáveis ou as pessoas que não compartilham do mesmo objetivo que você? Já pensou nisso? O contexto descrito acima simplesmente é bastante corriqueiro de acontecer, eu sou a prova viva disso. Os argumentos de discórdia já escutados por mim, eu já perdi as contas. Já aconteceu até mesmo de vim aquele pensamento de : até que ponto vale a pena ter que aturar a oposição- que gosta de mim, mas não entende sua escolha- ?Não é melhor não ter regras de alimentação e ser feliz do jeito que todo mundo acha que é o melhor caminho?

Pois é! Já pensei muito, mas é bom saber que emagrecer e, consequentemente, manter adquirindo hábitos saudáveis, não é  se esquecer que você pode curtir um paladar de criança mesmo sendo adulto: ou seja comer as famosas besteiras. A diferença é colocarmos limite, assim como o adulto coloca na criança, para que ela consiga o equilíbrio.  Então, uma das dicas para se manter nesse clima bem humorado é ler textos legais que tratem sobre isso para sorrir e sorrir e muito. Esse texto abaixo é um dos meus achados bem legais. Outra dica é compartilhar seus momentos de chocolate, pizza etc…com aqueles que mais te recriminam. E ai, é a hora de falar: Tá vendo que eu sou normal. Mas deixe esses momentos para o sábado OU domingo #ficaadica

Por um mundo diet!

Texto originalmente publicado na coluna Pimentinha do Humortadela

de
rosanahermann@uol.com.br

Tenho dois grandes problemas em relação a meu peso: dificuldade de emagrecer e facilidade de engordar . Em algum lugar do meu DNA implantaram um gene de urso polar e meu organismo sempre tem a sensação de que eu vou hibernar durante seis meses e assim, resolve guardar tudo o que como pra sobreviver ao inverno. O problema é que a vida do urso polar é só inverno. Sem contar que eu devo ter um sério distúrbio oftalmológico, ligado ao acúmulo de gordura, porque basta eu olhar para uma lasagna que minha bunda aumenta. Pelo menos a recíproca não é verdadeira, quando eu me sento, felizmente, não fico cega.

Claro, ao longo da vida já engordei, emagreci, engordei, emagreci, como qualquer sanfona histérica. Nada de tão grave que me impedisse de virar a roleta no metrô com uma pequena ajuda ou que me fizesse entalar na roda-gigante. Inclusive, em duas ocasiões em que eu havia engordado muito, tive uma grande melhora depois que tiraram as crianças de dentro . O caso é que nesse engorda-emagrece engorda-emagrece, eu parei por último no engorda.

O problema é que passar a vida inteira preocupada com o peso, é um porre (DISCORDO, de acordo com o dicionário Aurélio: porre é qdo vc bebe demais que dá ressaca no dia seguinte!!!!). E a pior parte é ouvir as mesmas soluções e receitas de dieta que você não vai fazer, como ‘comer muita fruta, muita verdura, cortar massas e suspender o açúcar’. Ah, então ta. Vamos cortar as massas. Pega a tesoura, por favor, que eu vou picotar o espaguete e já volto . O açúcar eu vou guardar em cima do armário prá ficar suspenso. As frutas eu vou comer, todas, como um bom abacatesão e uma jaca gay . E, claro, vou recorrer à piada mais velha do mundo e dizer que toda mulher adora ver dura.

Vamos deixar de ser hipócritas, o mundo ocidental, capitalista, foi projetado para produzir gente gorda.

Você vai na lanchonete e tudo é gorduroso, calórico e cheio de açúcar. Pra disfarçar eles vendem uma daquelas saladinhas transgênicas cuja embalagem é mais saudável que o conteúdo. Em qualquer lugar do planeta, na padaria, no posto de gasolina, na banca de revistas, você pode comer salgadinhos, bala, chocolate, tudo que engorda. Ninguém nunca viu um um pacote de cenoura picada, pepino em rodelinha, talos de salsão na boca de caixa da padaria.

Porém, não é só a ingestão da comida que é programada para deixar você obeso e infeliz: todo o marketing da indústria do emagrecimento, foi construída para mentir e levar seu dinheirinho. As modelos que vendem aparelhos de ginástica, fazem lipo, botam silicone e depois vão dizer que foi aquela cadeirinha super-duper-lipo-sculpt, em quatro parcelinhas de xis e noventa e nove, que fez com que ela ficasse com aquele corpinho. O apresentador toma remédio pra emagrecer, faz uma plástica e depois vende diet-sucos pra enganar você.

Quem nasceu magro, seja magro de ruim ou magro de fome, está na vantagem. Vai economizar muito dinheiro, tempo e sanidade mental. Quem tem tendência a sair rolando, sabe como é o momento de enfrentar a balança do banheiro.

Primeiro você tira a roupa, o sapato, a meia, e sobe na balança (eu tiro tb a piranha do cabelo e os óculos de grau mas daí na hora de ver o peso sem os óculos, sempre acho q tou vendo errado – leia-se, a mais do que deveria – então, recoloco os óculos de grau, obviamente desconto uns 300 gramas do peso que estou vendo – afinal os óculos tb pesam – e não é q dá o peso que eu tinha visto antes????. Vou trocar a balança! Deve estar errada!). Não acredita naqueles quilos todos. Aí você faz xixi, escova os dentes , corta as unhas, pra se livrar de mais alguns gramas e sobe na balança de novo. Nada. O ponteiro já está rindo da sua cara e não sai do lugar. Você resolve botar mais coisas pra fora. Chora, corta o cabelo, tira a sobrancelha, depila as pernas, arranca uma obturação. Nada. Dá vontade de pular da janela mas morrer gordo e pelado é o pior vexame (HHHHHHHHHAAAAAA!). Melhor ficar vivo com uma roupinha larga. Você volta, se veste e sai do banheiro se sentindo uma pizza de ontem grudada na tampa, um lixo, um nada.

Mas, dizem que enquanto há vida há ex-pelancas e para tudo há uma solução. É só você fazer reeducação alimentar. Ah, bom! Era isso… falta de educação. Agora sim, vou dividir minhas horas do dia, fragmentar as refeições, ingerir mais proteínas do que carboidratos, trocar o açúcar por adoçante e tudo vai dar certo. Sim, porque no fim, você vai ao spa, faz uma lipo, bota uma prótese. Se não der certo, você grampeia o estômago, costura a boca e amplia o reto! Você vai ver que fácil vai ser, você vai ficar magro, direto!!

O que eu faria com uns ‘quilinhos a menos’? Sairia correndo pra dar um soco na cara do imbecil que criou esse comercial! Aproveitando o nome do remédio já faço a rima: vá K-gá (hahahahahahahaha) no matagal!!!

Agora, com licença que eu tenho que sair pra caminhar. Sabe, fazer exercícios queima calorias… emagrece…ou pelo menos, desengorda!E, claro, vou usar todas aquelas instruções cômicas para regime que rolam pela web, com dados científicos como “bolacha quebrada não conta calorias”, “tudo o que você come e ninguém vê, não engorda”, “depois da meia noite, a comida perde o efeito”! Se não tem jeito, então, não tem jeito. A solução é viver satisfeito!

Um low-fat beijo, um light-browse, um diet aperto de mouse,

RH

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Sobre Mônica Gominho

Sou Mônica Gominho, muito prazer! Jornalista graduada, apaixonada por saúde e tudo que ofereça bem- estar ao corpo e a mente. Hoje, cultivo novos hábitos sem paranóias e sem fugir da comida e das críticas da família e de amigos. Com boas escolhas alimentares, leitura e a prática de exercícios físicos, a amizade com a balança não é mais uma guerra, é apenas consequência das minhas novas escolhas por uma qualidade de vida presente e futura. Alimento o pensamento de que a colheita de amanhã é um reflexo do que somos e escolhemos hoje. Ter saúde, em algumas situações, também pode ser opcional, basta que você cuide de você mesmo!

Muito bom contar com a sua interação saudável ;)

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